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	<title>Re-vista! &#187; Marina Gonçalves</title>
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	<description>Porque cultura é coisa séria!</description>
	<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 01:56:03 +0000</pubDate>
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		<title>Nação Zumbi e também carioca</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 20:11:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina Gonçalves</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é só uma frase que DuPeixe fala por falar: no Rio, o Nação Zumbi está em casa. Pela reação do público, que não esfriou em nenhum momento do show feito na última na sexta-feira no Circo Voador,  pela lotação da casa – a fila, virando o quarteirão era emblemática com tantas boas opções [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é só uma frase que DuPeixe fala por falar: no Rio, o Nação Zumbi está em casa. Pela reação do público, que não esfriou em nenhum momento do show feito na última na sexta-feira no Circo Voador,  pela lotação da casa – a fila, virando o quarteirão era emblemática com tantas boas opções na Lapa –, pelo barulho que Otto e B Negão provocaram no bis. Eles estavam em casa, mesmo fora de Pernambuco.</p>
<p>A ênfase no último CD, Fome de Tudo, mais melódico e mais redondo – mais pop, por que não dizer? – não desagradou em nada aos fãs mais saudosistas. O show, afinal, teve sim “Bossa Nostra”, “Toda surdez será castigada” e “Assustado”. Mas teve, como sempre, referências ao grandessíssimo grande Chico Science; como quase sempre, uma participação apoteótica de Otto na saideira “Manguetown”. E teve ainda, quem diria, músicas que o público carioca há tempos não via por aqui, como “Oh Risoflora” e “Etnia”.</p>
<p>E para quem ainda tinha alguma dúvida, a eterna comparação, antes e depois de Chico Science, está superada no palco. Du Peixe mostra ousadia e segurança, sem esquecer o passado. Não há porque negar o passado, ele sabe. “A praiera”, “Cidade” e “Da lama ao caos”, estão presentes sim, em um medley, mas com marca própria. E “Quando a maré encher” e “Macô” fazem tanto barulho na platéia quanto “Blunt of Judah” (do álbum Nação Zumbi, de 2002, já sem Science).</p>
<p>Com tantas referências, com tantos bons momentos, parece difícil classificar uma música como a mais empolgante da noite. Mais difícil ainda dizer um momento do show em a platéia parou para respirar. Talvez só minutos depois da saideira apoteótica de “Manguetown”. Mas naqueles mais de cem minutos, todos levaram suas almas para passear.</p>
<p><a href="http://re-vista.info/wp-content/uploads/2008/06/nacao-zumbi02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-161" title="nacao-zumbi02" src="http://re-vista.info/wp-content/uploads/2008/06/nacao-zumbi02-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a><a href="http://re-vista.info/wp-content/uploads/2008/06/nacao-zumbi03.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-160" title="nacao-zumbi03" src="http://re-vista.info/wp-content/uploads/2008/06/nacao-zumbi03-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a><a href="http://re-vista.info/wp-content/uploads/2008/06/nacao-zumbi01.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-159" title="nacao-zumbi01" src="http://re-vista.info/wp-content/uploads/2008/06/nacao-zumbi01-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a></p>
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		<title>Entrevista: Móveis Coloniais de Acaju</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Mar 2008 01:04:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina Gonçalves</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Música]]></category>

		<category><![CDATA[móveis coloniais de acaju]]></category>

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		<description><![CDATA[marina.goncalves@re-vista.info
O nome pode soar estranho para alguns, as letras também. Mas a verdade  é que a banda brasiliense &#8220;Móveis Coloniais de Acaju&#8221; já é uma das mais  queridinhas do circuito alternativo, e tem público forte no Rio (onde tocam no  próximo dia 5 de junho) e em São Paulo. Em entrevista exclusiva [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="mailto:marina.goncalves@re-vista.info"><em>marina.goncalves@re-vista.info</em></a></p>
<p align="justify">O nome pode soar estranho para alguns, as letras também. Mas a verdade  é que a banda brasiliense &#8220;Móveis Coloniais de Acaju&#8221; já é uma das mais  queridinhas do circuito alternativo, e tem público forte no Rio (onde tocam no  próximo dia 5 de junho) e em São Paulo. Em entrevista exclusiva à Re-vista! eles  contam um pouco das origens, influências e projetos futuros.</p>
<p align="justify"><strong>Re-vista!: A pergunta óbvia. Por que o nome &#8220;Móveis  Coloniais de Acaju&#8221;?<br />
</strong><strong>BETO:</strong> O nome remonta à Revolta  do Acaju ocorrido na Ilha do Bananal no século XVII, fato histórico no qual  índios e portugueses se aliaram para combater a invasão de ingleses na maior  ilha fluvial do mundo. Nesse episódio, em sinal de revolta à invasão inglesa,  grande parte da população da ilha quebrou e queimou a produção madeireira  (acaju). Com a expulsão dos ingleses, depois de 7 dias de luta inabalável, a  revolta ficou conhecida como revolta do acaju.<br />
<strong>BORÉM:</strong> Fizemos uma homenagem a esse episódio quase ecumênico dos índios e portugueses  em oposição aos ingleses na ilha do Bananal, e pouquíssimo explorado da  história.</p>
<p><strong>Re-vista!: Como nasceu o grupo? A formação é a mesma  desde o começo da banda? Quais são as maiores influências dos  músicos?</strong><br />
<strong>BETO:</strong> O grupo nasceu em 1998. Amigos de  colégio e de infância se juntaram e decidiram que iriam tentar tocar e compor  música com influência das big bands dos anos 30, do ska, e do rock. A formação  atual é de 2005 (com André, voz, BC, guitarra, cavaco e bandolim, eu, na flauta,  Borém, gaita e teclados, Esdras, sax barítono, Fabio, baixo, Leo, guitarra,  Paulo, sax tenor, Renat, bateria, e Xande, trombone). Hoje, por ser uma banda  composta por 10 músicos, as influências são as mais diversas. Creio que a  particularidade musical de cada integrante ajuda no definir do som dos Móveis.  Influências Músicais: Beatles, Paralamas, Trio Mocotó, Jorge Ben, músicas  judaicas, samba, samba-rock&#8230; <script type="text/javascript"><!--
 D(["mb","\u003c/font\>\u003c/div\>\n\u003cdiv\> \u003c/div\>\u003cfont face\u003d\&#8221;Arial\&#8221; size\u003d\&#8221;2\&#8221;\>\n\u003cdiv\>\u003cbr\>3. Os críticos preferem não definir o tipo de som do Móveis. Vocês se \nauto-definem? Como?\u003cbr\>BORÉM: Nós definimos o nosso som como uma feijoada \nbúlgara. Ou seja, não esclarece nada, mas dá uma idéia da coesão pela \ndiversidade. \u003cbr\>BETO: Uma mistura de tudo que é brasileiro com toques da música \ndo leste europeu.\u003cbr\>PAULO: Música Muito Popular Brasileira,instrumental (jazz) \ne nordestina&#8230; Sem esquecer o rock, ska&#8230;\u003c/div\>\n\u003cdiv\> \u003c/div\>\n\u003cdiv\>4. O sucesso em Brasília já é estrondoso, e a banda vem sendo aclamada como \numa das maiores dentro do chamado circuito alternativo. Esse é o lugar do \nMóveis? Ou interessa estar no topo das paradas?\u003cbr\>BETO: O lugar dos Móveis é \nonde o público estiver. Não importa se for numa festa de 15 anos ou num festival \ngigante como o MADA ou o Porão do Rock. A gente começou tocando em lugares \nminúsculos e pra pouquíssima gente. Fomos crescendo bem devagarinho e acho que \nfoi daí, depois de muito tempo fazendo um trabalho de base, que a gente chegou \nonde está. Ainda tem muito o que trabalhar. O importante é ter o trabalho \napreciado e reconhecido. Se isso acontecer, o topo das paradas é consequencia&#8230; \ne nãoa finalidade.\u003cbr\>BORÉM: Acredito que para a gente interessa fazer o \ntrabalho que acreditamos ser relevante artisticamente. O sucesso é decorrência \nde muito trabalho e de uma identificação que não está completamente ao nosso \nalcance, assim se quiserem colocar-nos nas rádios, nos programas de TV, em \ntrilha de novela, adoraríamos.\u003cbr\>PAULO: Nos interressa estarmos felizes \ntocando&#8230;.o resto é conseqüência, sabe, comparamos muito nossa convivência \ndentro e fora do palco como um time e o show como uma partida de \nfutebol&#8230;estamos treinando bem, só esperamos um dia ser como a seleção de 70 ou \n82 (a melhor mesmo sem ganhar o título) rsrs!\u003c/div\>\n\u003cdiv\> \u003c/div\>\n\u003cdiv\>5. Há diferença do público dentro e fora de Brasília? Como é a \nreceptividade em gandes centros, como Rio e São Paulo, por exemplo?\u003cbr\>BETO: \nHoje em dia, tanto no Rio quanto em São Paulo, a receptividade é linda. Ao \ncomeçarmos a tocar, parece que conhecemos o público há anos e nossa intimidade é \nextrema. DEMAIS. Brasília não fica atrás, já que é nossa casa e o público sempre \nnos apoiou desde pequenininhos&#8230;&#8221;,1] );
// &#8211;></script></p>
<p><strong>Re-vista!: Os críticos preferem não definir o tipo de som do  Móveis. Vocês se auto-definem? Como?<br />
</strong><strong>BORÉM:</strong> Nós  definimos o nosso som como uma feijoada búlgara. Ou seja, não esclarece nada,  mas dá uma idéia da coesão pela diversidade.<br />
<strong>BETO:</strong> Uma  mistura de tudo que é brasileiro com toques da música do leste  europeu.<br />
<strong>PAULO:</strong> Música Muito Popular Brasileira,  instrumental (jazz) e nordestina. Sem esquecer o rock,  ska&#8230;</p>
<p><strong>Re-vista!: As influências do leste europeu são bem  presentes nas músicas. De onde surgiu a  idéia?<br />
</strong><strong>BETO:</strong> A idéia veio da influência de outro  tipo de manifestação artística além da música. Adoramos o cineasta Emir  Kusturica, nascido na antiga Iugoslávia e diretor de filmes como &#8220;Underground&#8221;,  &#8220;A vida é um Milagre&#8221; e &#8220;Black Cat, white cat&#8221;. Ele tem um banda chamada  <em>Emir Kusturica and the no smoking orchestra</em> que incorpora música dos  balcãs para criação de trilhas sonoras de filmes. É demais! Além disso, a  família do guitarrista e trombonista é judaica e eles sempre trazem pra banda a  influência de escalas do klezmer.<br />
<strong>BÓREM: </strong>As influências do  leste europeu não são mais especiais que as outras influências: talvez só causem  mais estranheza pela diferença e por estarem mais evidenciadas nesse disco. De  qualquer maneira, nossas influências são reflexo de nossas experiências,  descobertas estranhas (garimpadas na internet, lojas ou casa de amigos), filmes,  arte, cotidiano, tudo serve de referência.</p>
<p><strong>Re-vista!: Outra  característica marcante dos Móveis são as letras, bem humoradas, sátiras, em  alguns casos. Elas refletem vocês no dia-a-dia?</strong><br />
<strong>BÓREM: </strong>Assim como as influências sonoras, as letras, sim, nos refletem (ou ao  autor especificamente da letra); não no sentido de ser autobiográfica - o que às  vezes pode acontecer - mas no sentido de estarmos atentos ao que acontece com as  pessoas. Assim, trabalho, frustrações, novamente o diálogo com outras formas de  arte, episódios que aconteceram conosco ou com  amigos.<br />
<strong><br />
Re-vista!: O sucesso em Brasília já é estrondoso, e a  banda vem sendo aclamada como uma das maiores dentro do chamado circuito  alternativo. Esse é o lugar do Móveis? Ou interessa estar no topo das  paradas?<br />
</strong><strong>BETO:</strong> O lugar dos Móveis é onde o público  estiver. Não importa se for numa festa de 15 anos ou num festival gigante como o  MADA ou o Porão do Rock. A gente começou tocando em lugares minúsculos e pra  pouquíssima gente. Fomos crescendo bem devagarinho e acho que foi daí, depois de  muito tempo fazendo um trabalho de base, que a gente chegou onde está. Ainda tem  muito o que trabalhar. O importante é ter o trabalho apreciado e reconhecido. Se  isso acontecer, o topo das paradas é consequência e não a  finalidade.<br />
<strong>BORÉM:</strong> Acredito que para a gente interessa fazer  o trabalho que acreditamos ser relevante artisticamente. O sucesso é decorrência  de muito trabalho e de uma identificação que não está completamente ao nosso  alcance, assim se quiserem colocar-nos nas rádios, nos programas de TV, em  trilha de novela, adoraríamos.<br />
<strong>PAULO:</strong> Nos interressa  estarmos felizes tocando, o resto é conseqüência. Sabe, comparamos muito nossa  convivência dentro e fora do palco como um time e o show como uma partida de  futebol: estamos treinando bem, só esperamos um dia ser como a seleção de 70 ou  82 (a melhor mesmo sem ganhar o título)!</p>
<p><strong>Re-vista!: Há diferença  do público dentro e fora de Brasília? Como é a receptividade em gandes centros,  como Rio e São Paulo, por exemplo?<br />
</strong><strong>BETO:</strong> Hoje em  dia, tanto no Rio quanto em São Paulo a receptividade é linda. Ao começarmos a  tocar, parece que conhecemos o público há anos e nossa intimidade é extrema.  Demais! Brasília não fica atrás, já que é nossa casa e o público sempre nos  apoiou desde pequenininhos. <script type="text/javascript"><!--
 D(["mb","\u003cbr\>PAULO: Sempre boa a receptividade, mas em \nBrasilia tem um parada toda especial pois há muita gente que segue a Banda desde \no inicio e ainda hoje mantêm a mesma forma de carinho e procuramos \nretribuir.\u003cbr\>BORÉM: Hoje podemos dizer que temos um público em São Paulo e no \nRio! \u003c/div\>\n\u003cdiv\> \u003c/div\>\n\u003cdiv\>6. O primeiro CDfoi lançado, com sucesso. Já existem novidades vindo por \naí?\u003cbr\>BETO: Estamos em fase de produçao de novas composições&#8230;\u003cbr\>BORÉM: \nEstamos acabando a pós-produção de um compacto em vinil em parceria com o \nGabriel Thomaz (guitarrista do Autoramas). É uma releitura de músicas de bandas \nlendárias de Brasília: Little Quail (da qual o Gabriel fazia parte) e Câmbio \nNegro. O compacto terá o sugestivo nome de &#8220;Vai Thomaz no Acaju&#8221; (hehehehee). \nAlém disso, estamos em processo de composição e pré-produção do nosso segundo \ndisco.\u003cbr\>PAULO: Já tocamos algumas músicas novas nos shows&#8230;. e já começamos a \nouvir principalmente em Brasilia uma galera cantando o refrão e tal&#8230; A idéia é \ngravar tudo ainda este ano!\u003c/div\>\n\u003cdiv\> \u003c/div\>\n\u003cdiv\> \u003c/div\>\n\u003cdiv\>Beto Mejía é flaustista, Eduardo Borém é tecladista e gaitista, Paulo \nRogério é saxofonista.\u003c/div\>\n\u003cdiv\>\u003cbr\> \u003c/div\>\n\u003cdiv\>\u003cfont face\u003d\&#8221;Arial\&#8221; size\u003d\&#8221;2\&#8221;\>Fabrício Ofuji\u003c/font\>\u003c/div\>\n\u003cdiv\>\u003cfont face\u003d\&#8221;Arial\&#8221; size\u003d\&#8221;2\&#8221;\>\u003ca href\u003d\&#8221;http://www.moveiscoloniaisdeacaju.com.br/\&#8221; target\u003d\&#8221;_blank\&#8221; onclick\u003d\&#8221;return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\&#8221;\>www.moveiscoloniaisdeacaju.com\u003cWBR\>.br\u003c/a\>\u003c/font\>\u003c/div\>\n\u003cdiv\>\u003cfont face\u003d\&#8221;Arial\&#8221; size\u003d\&#8221;2\&#8221;\>61. 8175-1947\u003c/font\>\u003c/div\>\n\u003cdiv\>\u003c/div\>\u003c/font\> \u003c/div\>\n\u003cblockquote dir\u003d\&#8221;ltr\&#8221; style\u003d\&#8221;padding-right:0px;padding-left:5px;margin-left:5px;border-left:#000000 2px solid;margin-right:0px\&#8221;\>\n  \u003cdiv style\u003d\&#8221;font:10pt arial\&#8221;\>&#8212;&#8211; Original Message &#8212;&#8211; \u003c/div\>\n  \u003cdiv style\u003d\&#8221;background:#e4e4e4;font:10pt arial\&#8221;\>\u003cb\>From:\u003c/b\> \n  \u003ca title\u003d\&#8221;marina.goncalves@oglobo.com.br\&#8221; href\u003d\&#8221;mailto:marina.goncalves@oglobo.com.br\&#8221; target\u003d\&#8221;_blank\&#8221; onclick\u003d\&#8221;return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\&#8221;\>marina.goncalves@oglobo.com.br\u003c/a\> \n  \u003c/div\>\n  \u003cdiv style\u003d\&#8221;font:10pt arial\&#8221;\>&#8221;,1] );
// &#8211;></script><br />
<strong>PAULO:</strong> Sempre boa a receptividade, mas em Brasilia tem um  parada toda especial pois há muita gente que segue a Banda desde o inicio e  ainda hoje mantêm a mesma forma de carinho. Nós procuramos  retribuir.<br />
<strong>BORÉM:</strong> Hoje podemos dizer que temos um público em  São Paulo e no Rio!</p>
<p><strong>Re-vista!: O primeiro CD foi lançado, com  sucesso. Já existem novidades vindo por aí?</strong><br />
<strong>BETO: </strong>Estamos em fase de produção de novas  composições.<br />
<strong>BORÉM:</strong> Estamos acabando a pós-produção de um  compacto em vinil em parceria com o Gabriel Thomaz (guitarrista do Autoramas). É  uma releitura de músicas de bandas lendárias de Brasília: Little Quail (da qual  o Gabriel fazia parte) e Câmbio Negro. O compacto terá o sugestivo nome de &#8220;Vai  Thomaz no Acaju&#8221; (hehehehee). Além disso, estamos em processo de composição e  pré-produção do nosso segundo disco.<br />
<strong>PAULO:</strong> Já tocamos  algumas músicas novas nos shows e já começamos a ouvir principalmente em  Brasilia uma galera cantando o refrão e tal. A idéia é gravar tudo ainda este  ano!</p>
<p><em>Beto Mejía é flaustista, Eduardo Borém é tecladista e gaitista,  Paulo Rogério é saxofonista.</em></p>
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		<title>O Labirinto do Fauno</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Mar 2008 00:56:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina Gonçalves</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>

		<category><![CDATA[guillermo del toro]]></category>

		<category><![CDATA[o labirinto do fauno]]></category>

		<category><![CDATA[oscar]]></category>

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		<description><![CDATA[marina.goncalves@re-vista.info
O labirinto do Fauno - surpreendentemente  vencedor de três Oscars, que não de filme estrangeiro - é, sem dúvida alguma, um  dos filmes mais belos do ano passado. E com na maioria dos belos filmes, o longa  de Guillermo del Toro, explora a beleza que há nas coisas tristes. Ambientado na  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="mailto:marina.goncalves@re-vista.info"><em>marina.goncalves@re-vista.info</em></a></p>
<p><em>O labirinto do Fauno</em> - surpreendentemente  vencedor de três Oscars, que não de filme estrangeiro - é, sem dúvida alguma, um  dos filmes mais belos do ano passado. E com na maioria dos belos filmes, o longa  de Guillermo del Toro, explora a beleza que há nas coisas tristes. Ambientado na  Espanha pré-fascista da década de 40, é centrado em Ofélia, uma garota de 11  anos que se muda com a mãe grávida para uma área rural ao norte do país. Lá,  entre a repressão do capitão Vidal, seu futuro padrasto, e os horrores do  pós-Guerra Civil, a menina passa a viver num mundo fantástico criado por  ela.</p>
<p align="justify">O mundo da jovem Ofélia (a pequena Ivana Baquero, sensacional  no papel), repleto de monstros e osbtáculos, é a forma como a menina - infeliz  com a conturbada gravidez da mãe - encontra para retratar o horror que sente  naquela fazenda. Fotografado de maneira brilhante por Guillermo Navarro, o  labirinto em questão é<em>, </em>entretanto, um universo sombrio e ameaçador:  uma flor que, embora ofereça a imortalidade em suas pétalas, é cercada por  espinhos venenosos; um mostro sem olhos que come crianças - aí uma  metáfora clara ao capitão; um sapo gigante que mata uma árvore que representa  a paz entre os povos.</p>
<p align="justify">Mas, apesar das dificuldades encontradas no seu mundo  irreal, Ofélia parece temer com maior intensidade o próprio mundo real, onde ela  não passa de uma criança. No seu mundo de fantasias, ao contrário, ela é uma  princesa corajosa, capaz de enfrentar as piores criaturas sem demonstrar  fraqueza. Dessa maneira, o Capitão representa o que de mais cruel pode  significar a realidade: ele mata pessoas inocentes como mataria insetos,  despreza qualquer tipo de sentimento  e só pensa no seu futuro herdeiro.</p>
<p align="justify">Além da fotografia, a iluminação é sempre obscura. Todo o  visual do filme, desde o figurino de Ofélia (que em certo momento refere-se à  <em>Alice no País das Maravilhas</em>)  é riquíssimo e extremamente trabalhado -  não por acaso, as estatuetas recebidas foram de direção de arte,  maquiagem  e fotografia. As interpretações são também de um primor técnico sensacional: os  atores, dos secundários aos principais, são brilhantes.</p>
<p align="justify">E o desfecho melancólico deixa no ar o sentimento de que sonhar  pode sim valer a pena. Ou deixar a realidade ainda mais cruel. Depende de como o  espectador queira interpretá-lo. De qualquer forma, é o melhor trabalho de  Guillermo del Toro, que já havia tropeçado nos irregulares <em>Hellboy </em>e  <em>Blade 2</em>, depois do aplaudido <em>A Espinha do Diabo</em>.</p>
<p align="justify"><em>México / Espanha / EUA, 2006, 112 min</em></p>
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		<title>Entrevista: Celso Alvim</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Mar 2008 00:51:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina Gonçalves</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Música]]></category>

		<category><![CDATA[celso alvim]]></category>

		<category><![CDATA[monobloco]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde 2000 animando o Carnaval, o Monobloco é uma das atrações mais  esperadas durante o mês de fevereiro, seja em ensaios ou nos desfiles de rua. Um  dos fundadores e maestro do grupo, Celso Alvim conversou com a nossa equipe e  explicou como funciona o trabalho que ao mesmo tempo inclui gravação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Desde 2000 animando o Carnaval, o Monobloco é uma das atrações mais  esperadas durante o mês de fevereiro, seja em ensaios ou nos desfiles de rua. Um  dos fundadores e maestro do grupo, Celso Alvim conversou com a nossa equipe e  explicou como funciona o trabalho que ao mesmo tempo inclui gravação de cd e  dvd, bloco de carnaval e oficina de percussão.</p>
<p align="justify">
<p align="justify"><strong>Re-vista!: O Monobloco gravou seu primeiro cd em  estúdio e o segundo, que teve de quebra um dvd, foi ao vivo. Qual dos dois  representa mais o espírito do grupo?<br />
</strong>Com certeza o segundo  representa mais o que é a energia do Monobloco. No primeiro ainda estava em  processo de formação esse grupo reduzido, que é o Monobloco Show, e nós abrimos  mão de gravar muita coisa pensando em fazer algo mais autoral.</p>
<p align="justify"><strong>Re-vista!: Essa maior busca do público pelas  apresentações do Monobloco tem a ver com esse segundo cd?<br />
</strong>Sim, o  show ao vivo acabou tendo um alcance de público maior. Nesse ano que passou  particularmente o público ampliou muito. Nós fizemos cerca de 50 shows em todo o  Brasil, desses uns 60% foram no Rio.</p>
<p align="justify"><strong>Re-vista!: Mas o Monobloco na verdade é um bloco de  Carnaval (hoje com 140 músicos) e também uma oficina de percussão. Um trabalho  impulsiona o outro?<br />
</strong>Pois é, uma coisa alimenta a outra. É impossível  dissociar essas três coisa. Na verdade, a oficina sempre foi e sempre vai ser o  início de tudo. Mas o sucesso é o Carnaval.</p>
<p align="justify"><strong>Re-vista!: Os alunos da oficina participam dos shows e  do desfile do Monobloco?<br />
</strong>A idéia é que durante o primeiro ano eles  dêem uma canja na Fundição, mas é só a partir do segundo ano que eles agregam o  bloco. Já o Monobloco Show é um grupo fechado.</p>
<p align="justify"><strong>Re-vista!: Até os ensaios do Monobloco são um sucesso,  não é? Como vocês encaram isso?<br />
</strong>O ensaio aberto é legal porque atrai  um público novo, que nunca viu o Monobloco e acaba tendo o primeiro contato lá  na Fundição. A gente fica super contente em ver que “essa onda do Monobloco” já  está durando sete anos. E isso é muito por conta da gente ter agregado uma  galera legal.</p>
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		<title>Entrevista: Tony Platão</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Mar 2008 00:49:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina Gonçalves</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Música]]></category>

		<category><![CDATA[tony platão]]></category>

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		<description><![CDATA[marina.goncalves@re-vista.info
Antônio Rogério Coimbra virou Toni  Platão ainda na faculdade de jornalismo, onde, aliás, nasceu o Hojerizah,  lendária banda de rock dos anos 80. De lá pra cá, o cantor já gravou soul, rock  e agora, explora mais sua voz com Negro Amor, sucesso de crítica. Quem ainda não  conferiu, pode assistir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="mailto:marina.goncalves@re-vista.info"><em>marina.goncalves@re-vista.info</em></a></p>
<p>Antônio Rogério Coimbra virou Toni  Platão ainda na faculdade de jornalismo, onde, aliás, nasceu o Hojerizah,  lendária banda de rock dos anos 80. De lá pra cá, o cantor já gravou soul, rock  e agora, explora mais sua voz com Negro Amor, sucesso de crítica. Quem ainda não  conferiu, pode assistir ao show, com convidados, às segundas-feiras, no Estrela  da Lapa.</p>
<p><strong>Re-vista!:</strong> <strong>O </strong><strong>Hojerizah nasceu numa época efervescente do rock, como ela  surgiu?</strong><br />
Surgiu na faculdade de jornalismo, no fim de 82. As canções  do Flávio, e ele tocando, de cara me impressionaram. Larrosa já tocava baixo e  era meu amigo dele. Nos juntamos os três e foi indo. No começo eu tocava  guitarra base e acabei cantando como vítima das circunstâncias. Manolo, que  cantava, saiu às vésperas do primeiro show e sobrou pro guitarra base.</p>
<p><strong>Re-vista!: De onde surgiu a idéia de criar o pseudônimo  Platão?</strong><br />
Me chamavam de Platão na faculdade. Quando o Hojerizah  começou era lá, na faculdade, que circulávamos. Então, pra galera que ia aos  shows, eu era o Platão. Toni eu sempre fui.</p>
<p align="justify"><strong>Re-vista!: E por que a banda acabou?</strong><br />
Acabou naturalmente. Tenho certeza que as bandas são feitas pra acabar e  quanto mais algumas continuam, reagrupam etc, mais eu tenho essa certeza.</p>
<p align="justify"><strong>Re-vista!:</strong> <strong>Como foi lançar um disco  solo depois do sucesso estrondoso do grupo já desfeito?</strong><br />
Levaram  seis anos do fim da banda até sair meu primeiro disco solo. Mas um ano depois do  Hojerizah, eu já estava na rua tocando minha música. Como o fim da banda foi o  que devia ter sido, seguir também foi tranquilíssimo. Não tenho expectativas,  vou estar sempre fazendo meu trabalho. Eu sigo porque não sei fazer de outro  jeito. é minha vida, o que eu faço.</p>
<p align="justify"><strong>Re-vista!: Sua voz é uma marca característica. Muitos  comparam com a de um tenor. Você teve aulas de canto?</strong><br />
Estudei  primeiramente, na época da banda, com Ilza Corrêa. Ela é uma professora mais  clássica, daí meu tom operístico no Hojerizah. Depois, estudei alguns anos com o  Felipe Abreu. Na verdade, estudo até hoje com as fitas das aulas do Felipe.  Aprendi muito de harmonia e teoria com ele. Pretendo voltar aos aulas este ano.  Aprendi a gostar de estudar.</p>
<p align="justify"><strong>Re-vista!: Negro Amor foi muito bem aclamado pela  crítica. Mas ele foge aos seus padrões de seus outros discos. Como surgiu a  idéia do CD?</strong><br />
Meu primeiro, o Tony Platão, ainda com &#8220;y&#8221;, é um  disco meio soul&#8230; Radicalmente diferente do Calígula Freejack, o segundo, que é  um disco de rock, com muita base eletrônica. Um produzido pelo Fábio Fonseca,  tecladista, e o outro pelo Dado Villa-Lobos, guitarrista. Já são bem distintos  entre si. E esse agora, por esse ângulo, não foge a regra. Talvez a grande  diferença entre o Negro Amor e os dois anteriores seja o fato da minha voz estar  privilegiada, em primeiro plano. Coisa que não havia ocorrido antes. E a idéia  inicial foi exatamente essa: fazer um disco que finalmente privilegiasse minha  voz. O Negro Amor começa aí, dessa idéia.</p>
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